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Na prática + Reflita

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Na Prática

Mapeie a conversa técnica sem abrir código

Você pode fazer este exercício no bloco de notas do celular, no papel ou no Notion. Não precisa instalar nada.

  1. Escolha um fluxo real: por exemplo, “um designer pede para a IA revisar componentes do Figma e abrir uma tarefa no Jira”.
  2. Classifique cada parte do fluxo em uma destas camadas (nem todo fluxo vai ter as três):
    • o que é conversa entre sistemas via API;
    • ação direta no terminal via CLI;
    • o que depende de contexto e acesso coordenado via MCP.
  3. Anote uma pergunta de design para cada camada. Exemplo: “quem autoriza esse acesso?”, “que contexto a IA precisa ver?”, “o que acontece se a resposta vier incompleta?”.

Confira sua leitura

Não existe resposta única, mas um mapa possível é este.

Como o fluxo "IA revisa componentes do Figma e abre tarefa no Jira" se divide?

O acesso coordenado da IA ao Figma e ao Jira é MCP: é ela que pede, com contexto e permissão, sem você copiando e colando no meio. Por baixo, cada leitura no Figma e cada escrita no Jira acontece nas APIs dessas ferramentas, a conversa entre programas. E se alguém do time rodar esse agente pelo terminal, digitando o comando que dispara a revisão, essa sessão é a camada CLI.

O objetivo não é acertar uma taxonomia perfeita. É treinar seu olhar para distinguir níveis de conversa técnica sem congelar diante dos termos.

Reflita

Talvez a maior mudança deste módulo não seja técnica. Talvez seja psicológica. Porque, quando você entende os nomes e os papéis de cada peça, a conversa deixa de soar como território proibido.

Pense nisso: qual termo técnico costuma te fazer desligar mentalmente em reunião? Agora que você passou por spec, CLI, MCP e API nessa nova organização, qual deles já deixou de parecer uma parede?